terça-feira, abril 01, 2008

Jardim de casa









Chorou demais
e esqueceu do gelo
da exatidão das palavras
caiu na desgraça
de reforçar na memória
o segredo do desvario
da noite sem sono
Não olha mais o belo pedindo pra ser visto? Esqueceu?
Quantas vezes já disse pra não esperar demais?
Viaja sem destino para um abrigo
longe desse mundo petrificado.
Perdoa teus enigmas
e na vala dos dias renasça
no jardim de tua casa
Não se arrependa
de ter considerado uma trança maior
do que os sonhos que plantaste pequenos
durante a madrugada carregada
do orvalho abençoado
com o cintilar do teu amor sem fim.

Renata Maria

3 comentários:

Sarinha disse...

Muito Bom teu blog!!
gOSTEI!

pARABÉNS!

BJO

Zololkis disse...

SECURITY CENTER: See Please Here

Anônimo disse...

Lindas poesias, menina da Lua.

Beijão, Rafa.