sexta-feira, maio 18, 2007

Margarida

Adentra minha vida
Cura essa ferida
Há tempos tão doída
Minha Margarida

Pinta minha ida
Com luzes coloridas
Borrando a despedida
Minha Margarida

Impede minha partida
Saudade tão sofrida
Da moça pequenina
Minha Margarida

Pequenina moça
Tens pena de mim
Levas para onde minha vida?
Para sempre, minha Margarida.


Lua


Um comentário:

William Lial disse...

Lindo idílio, m'a bela - usando a descrição dos gregos antigos. É suave, romântico, delicado... muito bonito.
Beijo pra você, poetiza.