quarta-feira, julho 19, 2006

Me deixa...










Me deixa aqui o seu abraço
Acalanto para o meu cansaço
Calor nos meus dias frios
De noites de inverno

Me deixa aqui o seu olhar
Minha paz tão desejada
Minha fria chuva
Meu mais belo Luar

Me deixa aqui o teu amor
O mais forte e sincero
Feito por linhas do inesperado
Meu caminho traçado de aquarela

Me deixa ser a tua arte profunda
Aquela, onde a vida se movimenta doce
Em desenhos, cores e amores
E te faz sonhar com a ilusão do real

Me deixa ser tudo nesse mundo
Nosso mundo, que você me dá ao chegar
Pintado em um lugar longe
Que vem do fundo do seu olhar...


terça-feira, julho 18, 2006

Poesia postada por um anônimo...

Palavras sempre belas de Florbela Espanca.

E eu, grata, sempre grata pelo desconhecido carinho.

Conto de Fadas

"Eu trago-te nas mãos o esquecimento
Das horas más que tens vivido, Amor!
E para as tuas chagas o ungüento
Com que sarei a minha própria dor.

Os meus gestos são ondas de Sorrento…
Trago no nome as letras duma flor…
Foi dos meus olhos garços que um pintor
Tirou a luz para pintar o vento…

Dou-te o que tenho: o astro que dormita,
O manto dos crepúsculos da tarde,
O sol que é de oiro, a onda que palpita.

Dou-te, comigo, o mundo que Deus fez!
Eu sou Aquela de quem tens saudade,
A princesa de conto: “Era uma vez…”"

Eles são os melhores...

"ÚLTIMOS ROMÂNTICOS"
Marcelo Camelo, Rodrigo Amarante, Rodrigo Barba e Bruno Medina são esses rapazes os chamados "últimos românticos" que juntos formam a banda Los Hermanos. Banda essa tão conhecida nossa que causa empatia no público não só pela música, mas por seus integrantes também que são pessoas - simplesmente pessoas.
Eles têm cara de amigos - de amigos nossos, de pessoas com quem estudamos, com quem cruzamos em festas. A barba por fazer, as camisetas largadas, os tênis Addidas - é tudo muito normal, muito comum. Não há gel, objetos metálicos sobre ou sob a pele, maquiagem. Sim, os hermanos são nossos amigos. Nossos amigos vencedores, pois como foi postado em crítica na Folha de São Paulo como os "Precursores de Chico Buarque" fazem o melhor do que sabem fazer: Boa música.
Eles lançaram o CD 4 não é rock, não é MPB, não é rock-MPB. São ondas sonoras mais ou menos únicas. Apesar de totalmente anti-rádio, a canção O Vento chega a tocar nas FMs, e seu clipe rendeu aos barbudos uma indicação no último Video Music Brasil, da MTV. Coisa de fã, mesmo, que vota e liga. O 4 é diferente de tudo feito antes, há um lirismo poético no álbum, notável em canções como É de Lágrima ("É de lágrima que faço o mar pra navegar") e Condicional ("Eu sei, é um doce te amar / o amargo é querer-te pra mim"). Inegável, também, é a sofisticação de músicas como Fez-se Mar e Dois Barcos, simplesmente belíssimas. Uma outra coisa presente em 4 é a unidade presente em todas as canções. 4 forma uma liga, possui uma coerência sonora.
Quem não teve a oportunidade de se deliciar com esse CD não perca tempo, músicas de qualidade feitas por músicos de qualidade não se encontra a todo momento, principalmente na fase de decadência vivida pela música brasileira.Invadida pela ganância e o mal gosto de gravadoras e artistas que visam somente o que é lucrativo, trabalhando em círculos nos programas de TVs pobres em cultura e levando as rádios a pobreza musical que nem parece ser nossa, pois o nosso passado é rico em musicalidade, com certeza os que já se foram devem estar lamentando essa invasão de mediocridade musical.
Ouçam 4 e deliciem-se com o que há de melhor no cenário da música atual...

domingo, julho 16, 2006

Que a chuva venha e leve...


Santa Chuva
Los Hermanos
Composição: Marcelo Camelo












Vai chover de novo,
deu na tv que o povo já se cansou de tanto o céu desabar,
e pede a um santo daqui que reza a ajuda de Deus,
mas nada pode fazer se a chuva quer é trazer você pra mim.

Vem cá que tá me dando uma vontade de chorar,
Não faz assim, não vá pra lá, meu coração vai se entregar à tempestade.

Quem é você pra me chamar aqui se nada aconteceu?
Me diz, foi só amor ou medo de ficar sozinho outra vez?

Cadê aquela outra mulher?
Você me parecia tão bem,
A chuva já passou por aqui, eu mesma que cuidei de secar.

Quem foi que te ensinou a rezar?
Que santo vai brigar por você?
Que povo aprova o que você fez?
Devolve aquela minha tv que eu vou de vez.

Não há porque chorar por um amor que já morreu,
Deixa pra lá, eu vou, adeus.
Meu coração já se cansou de falsidade.

sábado, julho 15, 2006

"Mundo alheio"

Ontem fui ao Mucuripe por convite de alguns amigos que moram fora, mas pude comprovar por mais uma vez que aquele lugar não pertence ao meu mundo.
Definitivamente é tudo muito artificial...você consegue visualizar coisas que eu até pensava ser personagens e cenas que só poderiam ocorrer nos exageros de crônicas do Veríssimo ou Jabor, e é tudo verdade!Quer dizer verdade, nem tanto...Sabe, ver o mundo alheio é algo engraçado, torna-se mais fácil observar certas atitudes e comportamentos e ontem pude fazer isso e o que vi me deixou mais avessa ainda a esse mundo artificial.
Mulheres preenchidas por todos os lados de silicone com roupas provocantes ao ponto da vulgaridade e para piorar mais ainda dançando em coreografias de total apelo sexual.
Os homens por sua vez, bronzeados bombados com ar de prepontência como se os músculos fossem a única coisa que os fizessem ser interessantes e além de tudo mal educados e sem o menor senso de gentileza.
Não vou falar da música porque enfim, vocês devem imaginar o que é ouvir funk mixado!!!
Realmente percebi que é um universo bem diferente do meu e me senti invadindo um mundo alheio, me senti inadequada ao sistema, pois não sei fingir pôse, não tenho silicone, não sei dançar para chamar atenção e não tenho roupas sensuais que todos possam olhar desejando tirá-la.
Sou tão normal...uma baixinha, sem silicone, que uso roupas confortáveis, sandálias rasteiras, romântica de sorriso fácil que adora ver o mar e apreciar a Lua.Quero que as pessoas gostem de mim assim, naturalmente...com meus defeitos e qualidades, mas tudo meu é de verdade!
É...podem dizer que meu mundinho é pequeno porque não vive de "grandezas artificias", mas prefiro assim, a simplicidade o faz ser realmente grandioso dentro de suas paredes invisíveis, porém coloridas com a cor do céu e brilhantes como o cintilar das estrelas.
Fim de tarde de Sábado nos traz algumas reflexões e assim vou me descobrindo...Isso foi um desabafo!!!

terça-feira, julho 11, 2006

Luz dos olhos...











"Ponho os meus olhos em você
Se você está...
Dono dos meus olhos é você
Avião no ar...
Luz dos olhos para anoitecer
É só você se afastar...
Pinta os lábios para escrever
A tua boca na minha...
...Eu te amo...
Eu te peço vem!
Diga que você me quer
Porque eu te quero também!"

domingo, julho 09, 2006

A quem me dedicou a linda poesia, o meu muito obrigada...!

Lua

Lua bonita, distante, intocável
vem a mim em pensamentos
que viram belas frases
na quietude da noite.
A branca luz de teu sorriso
aos poucos espanta a escuridão
e ilumina meu ser.
Lua crescente,

de olhar tão vibrante
que me faz num instante
perder-me em alegria e querer.
Lua bonita,

de olhar tão vibrante,
de sorriso marcante,

que me faz num instante
lembrar de você.
Lua de olhar, de sorrir, de viver
nas noites insones, sê minha guia.
Orienta meu vôo,pra descer, vagaroso,
no conhecer de você.


sábado, julho 08, 2006

Tira-me o que quiseres, mas nunca me tires tua alegria, teu riso doce e febril que assim me faz viver...

O Teu Riso
.

Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso..
.
Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda de prata que em ti nasce.
.
A minha luta é dura e regresso
com os olhos cansados
às vezes por ver
que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso
sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas
as portas da vida.
.
Meu amor, nos momentos
mais escuros soltao
teu riso e se de súbito
vires que o meu sangue mancha as pedras da rua,
ri, porque o teu riso
será para as minhas mãos
como uma espada fresca.
.
À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer
sua cascata de espuma,
e na primavera, amor,
quero teu riso como
a flor que esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.
.
Ri-te da noite,
do dia, da lua, ri-te das ruas
tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro
rapaz que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.
.
Pablo Neruda

sexta-feira, julho 07, 2006

Um dia, chega o dia de dizer...

"FIM"









Quando tudo acabar
Quero te ver
Olhar nos meus olhos
E dizer:
Que já não me ama mais.
‘’
‘’
Quando tudo acabar
Quero caminhar
Sem ter aonde chegar
O palco que você montou
Hoje desmoronou
‘’
‘’
Quando tudo acabar
Quero me esconder
Fugir de você
Para que não vejas meu penar
Me deixa sofrer só
‘’
‘’
Quando tudo acabar
Quero chorar até cansar
Como uma criança
Que acaba de apanhar
E depois, dormir em paz
‘’
‘’
Quando tudo acabar
Quero usar tuas cartas
Como borrão
E depois limpar o chão
Para assim, nada restar
‘’
‘’
Quando tudo acabar
Quero morrer
Antes de perder
Tudo que me restou
Minha capacidade de amar
Nem que seja por alguns segundos
‘’
‘’
‘’
Renata Costa

terça-feira, julho 04, 2006

Noturno


Noite longa, sem sono, o cansaço me toma...
Mas, existe alguém que de longe me acompanha
E você que agora lê, sabe quem é.

Sorrisos tímidos, palavras contidas, verdades...
A noite se revela e adentra em pensamentos guardados
Te envio alegres retratos, e você sorri.

O tempo passa, as horas se movem, o sono chega...
Amanhã o dia é longo, não te verei e nem falarei com você
Mas, quem agora lê, quero que saibas...
Que lembrei lembrei de você!

Boa noite...

"Além-mar"










Náufrago acenando socorro
Rastejando o corpo
Dando adeus ao mar.
Pedaço que te compõe
Horizonte te trouxe
De longe, muito longe.
Vieste afogado em mágoas
Paixões de águas passadas
Farol de ilusões apagadas.
Corpo frágil caído à margem
No desapego de um mundo confuso.
Sereno sorriso salgado
Olhos de sonhos inebriados
Cabelos molhados de mar
Corpo envolvido por conchas
Que de ti fizeram rocha
De residência submersa
Para um eterno descanso
Nas entranhas do fundo Mar.
Taciturno estranho
Náufrago branco
De olhar conhecido
Vem aportar no cais
Desse meu velho coração

Renata Costa

sexta-feira, junho 30, 2006

Desabafo...

“Dias assim...”

Em dias assim, como esses, de calor e correria, me pergunto por que deixamos nossos sonhos fugir tão calmamente pela janela da esperança?
Vê-los voar pela janela larga e emoldurada do medo que cerca minha vontades de mudar e finalmente seguir o coração fazendo-se cumpri meus sonhos mais desejados é um verdadeiro ato de covardia, um atentado ao pudor da coragem que faz bater o coração.
É muito bom conviver com o que podemos tocar e conquistar facilmente, com os passos dados no cotidiano, nem sempre tão fáceis, mas possíveis, o relógio novo, a roupa de marca, o carro importado, a viagem aos confins das ilhas Malvinas, a bela casa planejada e o orgulho de mostrar a todos que tudo isso é seu, só seu. Enquanto você, continua imerso em solidão, ou no mínimo, rodeado de pessoas que só estão ao seu lado para possuir o que tens de menos valioso. Mas mesmo assim seu sorriso continua presente incondicionalmente, pois é disso que você gosta e é isso que te satisfaz.
Gostaria de pensar assim, porém minha imaginação e às vezes inocência não deixa.O desejo pelo poder do tudo, não me anima. Acho que carrego em mim uma infância permanente, onde ainda ouço Toquinho na voz da minha mãe e sonho o ano inteiro com um Natal que há de vir para reunir toda a família e esperar o Papai-Noel com o presente da esperança trazendo um ano mais feliz e o deixando debaixo da minha cama. Isso me faz feliz. Isso me faz chorar, mas não de tristeza e sim da mais pura e incontida alegria. Esses sonhos quero ensinar aos que virão, ensinar aos meus filhos os verdadeiros valores de coração que não se compram e muito menos se vendem.
Às vezes penso que deveríamos usar o relógio não para somente marcar o tempo da reunião, mas também para esquecer do tempo marcado e assim ficar mais tempo junto de nossa família, dos amigos e do nosso amor, esses que tanto nos amam e nos fazem felizes por estarem ao nosso lado nessa vida merecem todo nosso tempo. A roupa pode ser qualquer uma, as pessoas nos acham linda pelo que somos, por gestos oferecidos, sorrisos e carinho que espalhamos com o que Deus nos fez. O melhor carro e o mais potente é o nosso pensamento que vai e volta quantas vezes quiser e para onde desejarmos ir, melhor ainda, sem trânsito, engarrafamento ou uso de combustível e quando usamos para o bem, ele vai longe... A viagem não precisa ser para longe para ser inesquecível, podemos ir a Guaramiranga tomar banho de cachoeira, andar despreocupado na chuva da madrugada bebendo vinho e ouvindo boa música entoada pelos violões na praça. Ah, mas não podemos esquecer de levar o agasalho e o melhor e mais quentinho é aquele abraço repleto de aconchego e amor. A casa não é sempre tão bela quando pouco se pode passar em seus cantos bem planejados e principalmente se nesses momentos estamos acompanhados da solidão. Já fiz algumas dessas fantasias reais, outras ainda estão por vir...asssim eu espero.

Não posso julgar e nada mesmo posso dizer, pois eu, também sou escrava dessas paredes que me amarram a uma cadeira suja no canto da sala. Mas, desse canto posso ver meus sonhos encontrarem os seus e juntos passarem pela larga janela do medo para encontrar o estreito caminho que nos leva a tão sonhada felicidade.

Lua


segunda-feira, junho 05, 2006

Pedaços que formam um todo, sentimentos formando nós todos...

Fragmentos


Exala teu cheiro doce
Na xícara de café amargo
Os livros ensinam que a amizade
É a forma mais pura de amar
Mesmo sabendo disso, o Sol nasce
E quem haverá de recuar
Diante do rubro torpor dos seus desejos
Vejo as folhas secas ao chão
E posso ouvir o som da saudade
Dos teus passos lentos
Caminhando em minha direção
Mas hoje, esqueça os problemas
Pense no sentido real da vida,
Na simplicidade do dia-a-dia,
Do quanto um simples cotidiano
Pode nos proporcionar oportunidades,
Pois lá fora a imagem dourada
Insiste em revelar o desvelado
A palidez da tarde fenece
A noite traz em sua cortina
Uma Lua larga e clara
O frio tece lençóis no tempo
Onde minha alma aquece sua pele,
Nas cobertas do teu sorriso
Busco novos caminhos
Abro portas inesperadas,
Janelas há tempos travadas,
Para sentir sensações...
Que jamais serão esquecidas
Ao longo do tempo da vida.
Assim, vamos vivendo e sobrevivendo
Até que o mundo de tão intenso
...Se faça mais...Mundo.
No fundo sou uma pessoa feliz!

Renata Costa / Vinícius Ferraz / Rebeca Martins

quarta-feira, maio 24, 2006

"Náufrago"

Para um náufrago;
Essas minhas palavras são para ti...

Sons, sentidos, palavras...
Te criam e recriam,
Mundos.
Montam e desmontam,
Personagens.
Tantas vidas tuas,
Tão minhas.
Vividas no universo submerso,
Coração.
Mãos que tocam e me tocam,
A música,
Meu corpo.
Te ouço, mesmo quando calas.
Te vejo, mesmo quando não estás.
Tu gritas pedindo socorro
O tempo todo,
Náufrago.
Sei o que tu sentes,
Também sinto,
Pulsar.
Amor, paixão, saudades...
Sentimentos intensos.
Destemido olhar,
Desfocado do que se pode ver,
Vertigem.
Destrava tuas portas e janelas
Tua vida que sair,
Até o infinito,
Voar.
E nessa noite,
Te encontrarei
De novo.

sábado, maio 20, 2006

Café










Cheiro de café
Esquenta em meu corpo
...tua presença...

Mancha que não me sai
Da roupa
Da cama
Da boca

Aroma que vem da cozinha
Enfeita os passos
Que dançam em direção a cama

Mistura que apura
O gosto do oposto
...no pescoço...

Luz branda
Que ilumina a chama
Esquenta o café

Enquanto queimo meu corpo
No amor do teu corpo
Nesse canto manchado
Do espaço

...te amo...

domingo, maio 14, 2006

Fumaça...











Fumaça que esvoaça
Que dança
Que passa
E nem sequer repara
Quem sonha ao te olhar
Que voa ao te ver dançar

Fumaça perdida
Sem vida
Sem graça
Que voa pra longe
Levando você
E eu, o que posso fazer?

Vou também me perder
Para encontrar você...


Renata Costa

quinta-feira, maio 11, 2006


Bequinha,

A poesia que você tanto gostou eu dedico a você.

Obrigada por ser essa grande amiga!

Outra estação

Que o céu seja única testemunha
De promessas e desejos concebidos
Onde possamos ver o mundo
E alcançar o infinito...

Pela janela de madeira clara
Pendurada sobre nossa cama
Onde poderemos sair por ela
Num vôo livre, sem destino

Com sonhos carregados
De esperanças, dores e flores
Como as folhas que caem no Outono
Levadas sem rumo ao acaso

Pelos ventos frios do fim de tarde
Em busca de uma vida florida
Renascida em breve
Com tons de outra estação

Renata Costa
Sem Saída











Milhares de sorrisos
Perdidos
Soltos
Brincando no ar

Espalhados pelo chão
Na contramão
Do seu coração
Encontrei

Nessa disfunção louca
Incontida
Paixão
Desilusão

Preciso encontrar o caminho
Um Retorno
De volta
Mas o teu coração

É uma rua sem saída...

Renata Costa



terça-feira, maio 09, 2006

Que gênio-louco eu sou?E vc, faça o teste...





Faça você também Que
gênio-louco é você?
Uma criação de O Mundo Insano da Abyssinia


Amar...

Dani, essa é especialmente para você, que pela sua sensibilidade de amar e viver a vida, me apresentou o "Fantástico...Gibran!"

És livre na luz do sol

e livre ante a estrela da noite.

E és livre quando não há sol,

nem lua ou estrelas.

Inclusive, és livre quando fechas os olhos a

tudo o que existe.

Porém, és escravo de quem amas,

pelo fato mesmo de amá-lo.

E és escravo de quem te ama,

pelo fato mesmo de deixar-te amar.

Khalil Gibran